Um mundo complicado

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O COMEÇO DE TUDO  – www.teologiabrasileira.com.br
Às vezes nos sentimos num verdadeiro exílio bem no meio da sociedade em que vivemos, exatamente no lugar que nos pareceria mais acolhedor e mais normal para o desenvolver de nossa vida. Quando nos sentimos assim, algo súbito e desconfortável parece surgir em nosso interior, uma vez que essa não seria uma estrutura normal para nossa percepção de espaço e circunstâncias periféricas.

A existência de exílios foi algo relativamente regular e sistemático na história dos povos da antiguidade. Povos mais fortes e poderosos conseguiam, por meios militares, fazer com que as nações menos portentosas lhes pagassem tributos, entregassem pessoas para o serviço escravo, e muitas outras práticas comuns daqueles tempos passados. Algumas vezes a exigência era cumprida após invasões militares, com muitas mortes e com verdadeiras hordas de destruição e pilhagem. Em algumas dessas ocasiões, havia um verdadeiro e nominal genocídio, com gente de todas as faixas etárias, ambos os sexos, todas as classes sociais simplesmente mortas ao fio da espada. Outros povos, no ato da vitória, escolhiam para si o cativeiro de pessoas ilustres, principalmente aquelas que poderiam contribuir para um avanço ainda maior da influência, poderio e capacidade operacional do invasor. Era comum, por exemplo, pessoas de destacada posição intelectual ou espiritual serem pinçadas para assessorarem diretamente os interesses de Estado dessas poderosas nações.

Na história de Israel alguns desses episódios também aconteceram. Embora saibamos da tristeza que é deixar sua terra sendo levados como animais amarrados para outro lugar, tendo perdido parentes, estruturas, bens e lugares de culto, é inegável que a história estava mais favorável aos que eram levados para prestar serviços mais nobres, se compararmos sua situação com a daqueles que tombavam pelo caminho ou que eram escravizados para penosa labuta que comumente os levava à morte. Um desses exílios menos dolorosos no sentido físico foi aquele em que Daniel e seus amigos, Hananias, Misael e Azarias, se viram levados para corte da Babilônia onde deveriam servir como sábios.

Essa narrativa pode nos servir de livre comparação com a sociedade moderna, ou pós-moderna, como alguns a chamam, uma vez que há alguns traços paralelos a serem observados. E, nesse modelo social, uma das características marcantes é a múltipla forma de expressão cultural, a multiculturalidade.

Daniel e seus amigos eram filhos de Deus, pessoas comprometidas com o Deus do povo de Israel, cuja promessa conheciam e cujo culto praticavam em sua terra. Isso nos faz concluir que o fato de sermos filhos de Deus não nos isenta de sofrer pressões e desgostos e de, muitas vezes, nos sentirmos de tal forma acossados que nos sentimos sob escravidão em nossos atos e gestos. A liberdade que temos no Senhor, muitas vezes, parece parcial quando nos vemos em situações extremadas em nossa jornada. Então nos perguntamos por quais razões tudo nos acontece dessa ou daquela forma, uma vez que, a exemplo de Daniel e seus amigos, nenhum de nós pediu para nascer, muito menos nesta geração, nesta sociedade específica, nas condições exatas em que nos encontramos.

Olhamos para os lados e confirmamos a nossa desconfiança: somos diferentes. Como nossos heróis da Bíblia, nossa língua é diferente, nossa roupa é diferente, nossos talentos são diferentes. Mas por vezes nos vemos no meio da corte estranha, tendo que usar roupas de outro reino, enfrentando culturas e religiões contrárias ao nosso pensamento, aos nossos gestos e à nossa fé. Em quase tudo a sociedade multicultural difere da nossa, que não é daqui, cujo trono é diferente e o Rei difere dos demais. É nesse momento de crise que um perigo sutil se apresenta, quase sempre sem nossa percepção: um relativo conforto externo, com comida farta, posição de respeito, roupas de destaque, que podem nos fazer trair em nossas mentes o fato de que não pertencemos a nada daquilo e que, na verdade, estamos longe de casa, apenas cumprindo um mandato de nosso rei.

Diante disso, nosso gesto precisa ser como o de Daniel: ainda em 1.8a, lemos “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia”. Esse firme propósito é algo que muitas vezes nos falta quando nos deparamos com a multiculturalidade de nossa sociedade, com os avanços daquilo que pode representar um problema para nossas vidas e, quem sabe, até um perigo de morte. Deus nos dá todas as condições de vencer, todas as qualificações necessárias para sermos tidos por ele como pessoas, filhos, que serão vencedores por ele e através dele, a fim de que ele mesmo seja glorificado ao final de tudo. Isso agrada a Deus e nos confere vitória.

Essa narrativa, se tornada contemporânea em sua aplicação prática, mostra a cada um de nós que é possível realmente viver e vencer mesmo quando estamos encravados numa sociedade multicultural que, em tese, seria oposta a muitos de nossos princípios mais profundos. Como forma de ligação com nosso tempo, utilizarei, para cada parte do texto que se exporá de tempos em tempos nesta publicação, a expressa de significância dos nomes hebreus dos quatro amigos: DANIEL: Deus é Juiz, HANANIAS: Deus é Amor, MISAEL: Quem é igual a Deus? e AZARIAS: Deus Ajuda.

O pano de fundo da narrativa de Daniel, Hananias, Misael e Azarias durante o exílio sofrido por Israel bem antes de Cristo vir a este mundo como o Messias era o de um mundo bem diferente do nosso, atual, em termos de tecnologia, bens de consumo disponíveis, conforto urbano, etc. Mas era um mundo povoado pela mesma raça caída que o povoa hoje.

Outra coisa bem diferente dos nossos dias eram os preceitos legais. Israel tinha um código legal baseado naquilo que o próprio Deus havia prescrito como ideal para a condução isenta da sociedade. Eram leis retributivas, numa terra sem prisões ou tribunais como os conhecemos hoje. O mundo conhecido da época também dispunha de códigos legais, mas nenhum deles se aproximava do que conhecemos por lei em nosso tempo.

As relações internacionais praticamente inexistiam. A diplomacia não era meio de estabelecer relacionamentos entre Estados, e o que valia de fato era o poderio bélico-militar, geralmente usado de forma indiscriminada. Esse modelo fortalecia a economia com as pilhagens e a mão de obra escrava e servil, que se destinava a ocupar os postos de trabalho pesados e insalubres. Se morressem, os escravos eram apenas trocados: saia um morto, entrava um vivo no lugar. Nesse mundo estranho a nós podemos dizer que, pelo menos aos nossos olhos, não havia lei. O mundo era dos mais fortes, mais armados, mais destrutivos. Os demais eram peças de um jogo estranho e cruel.

Precisamos entender que Deus levantará a ajuda de que precisamos até na cultura circundante, mesmo que não a percebamos de imediato. Assim foi com eles, quando, ao fazerem o voto de não comerem daquelas comidas que tinham traços fortes de apego religioso contrário a Deus, encontraram num outro serviçal do rei, estrangeiro e pagão, o auxílio de que precisavam para executar suas intenções. Com isso, ao longo deste breve trabalho, faremos alguns comparativos, entendendo acima de tudo que Deus cuidará de nós enquanto estivermos mergulhados numa sociedade que tenta nos abafar e matar, fazendo de nós seus servos e escravos. Deus cuidará de nós em toda a extensão de nossa existência, pois somos seus servos, seus escravos, e, por isso, ele nos conduz como filhos e amigos.

A conclusão a que chegaremos juntos é que, em Babilônia, nossos heróis tiveram uma surpresa, mas ela não pareceu abatê-los. Uma das coisas que lhes fizeram logo de início foi trocar seus nomes hebreus, com significados relacionados ao Deus de Israel, por nomes locais, voltados para os deuses pagãos aos quais os babilônios serviam. Assim, Daniel recebeu o nome de Beltessazar, que se crê signifique “o deus Bel (ou Baal) proteja sua vida”; Hananias teve seu nome mudado para Sadraque, que quer dizer “servo do deus Sin”; Misael passou a ser chamado de Mesaque, que quereria dizer “Quem é como o deus Aku?” e, finalmente, Azarias recebeu o nome babilônio de Abede-nego, que quereria dizer “Servo do deus Nabu”.

Os significados podem divergir entre os estudiosos, mas o importante aqui é destacar que eles, no ambiente multicultural em que foram inseridos, sofreram a tentativa de miscigenação, de mistura, de perda de identidade de fé, de inserção total nos costumes da sociedade circundante. Conseguiram mudar legalmente seus nomes, mas a narrativa do livro mostra que não conseguiram mudar seu caráter de verdadeiros filhos de Deus e de líderes levantados pelo Senhor em meio ao seu momento histórico.

Por diversas vezes ao longo do livro de Daniel, governantes e religiosos babilônios tentaram mudar a religião dos filhos de Deus, mas não conseguiram tocar na firmeza de sua fé. Daniel e seus amigos algumas vezes precisaram se perfilar em cerimônias em louvor a outros deuses que não o Deus de Israel, mas jamais se curvaram diante deles ou os adoraram.

Que Deus ajude os líderes que ele levanta ainda hoje, na Babilônia moderna, com sua fragmentação, sua violência, sua incredulidade, sua empáfia contra tudo que procede de Deus. Que ele nos ajude a sermos líderes que servem, para que sirvamos a Deus acima de tudo e todos, e ao próximo que ele mesmo conduz a nós.

1. UM MUNDO SEM LEI. MAS DEUS É JUIZ
DANIEL: DEUS É JUIZ
A liderança cristã num ambiente multicultural muitas vezes se apercebe exatamente nessas circunstâncias desfavoráveis e de grande pressão. O mundo que nos cerca parece um mundo absolutamente sem lei, em que ela própria é instável e depende de inúmeras circunstâncias para que seja mantida. A sociedade secularizada e altamente relativizada em que nos encontramos é terreno propício a desqualificações e desmandos dos mais variados níveis.

As pessoas que lideramos nesta geração encontram-se com angústias intensas em seu coração, sem conexão clara com aquilo que se pode ou não fazer, sem perceberem de forma lúcida quais são seus limites e quais são as reais intenções daqueles que nos cercam. Dessa forma encontramos muitíssimas pessoas em nossas igrejas, as quais, mesmo havendo sido libertas do jugo do pecado, continuam agrilhoadas no coração por algemas de sentimentos e constrangimentos que praticamente lhes provam a assertiva de que realmente vivemos num mundo sem lei, cujas fronteiras éticas e morais são volúveis e instáveis, com toda sorte de medos interiores. Ao mesmo tempo, externamente, precisam parecer cada vez mais fortes e lutadores, a fim de não serem tragados pelos demais.

A liderança que Deus nos entrega nessa sociedade pode ser delicada, em que nada temos a oferecer em termos concretos aos olhos das pessoas que nos cercam. Oferecemos a fé num Deus que é desacreditado, o aconchego num grupo, a igreja, que é menosprezada, e uma exigência de viver pelo que não se vê, mas no que se crê inquestionavelmente.

Quando esse mundo que aparenta não ter lei se materializa diante de nossos olhos, precisamos nos lembrar de que Deus é a nossa justiça absoluta, nosso Juiz. Isso Daniel foi mostrar ao caos babilônico, a uma terra cuja lei era arbitrária e que tinha afrontado a liberdade de filhos de Deus. Embora todos os demais amigos de Daniel fossem filhos do mesmo Deus, é inegável a posição de liderança que Daniel tinha sobre eles e sobre os demais desde o primeiro momento.

Daniel quer dizer “Deus é Juiz”. E Daniel foi uma espécie de juízo vivo de Deus enquanto operou na corte babilônica. As narrativas do livro não deixam dúvida disso a nenhum de nós. Mas há vários outros lugares nas Escrituras em que encontramos essa ideia, como nos lembra Russel Shedd em seu livro O líder que Deus usa, ao nos dizer:

Neste episódio lembrado pelo autor, a justiça praticada pelo líder foi manifestada numa completa mudança de hábitos comuns àqueles tempos. O comum era que apenas os soldados em combate direto tivessem o direito de repartir os despojos tomados aos derrotados nas batalhas, mas Davi instituiu um novo modelo, em que os soldados que ficaram cuidando dos bens dos soldados que foram à frente de combate, também passaram a ter direito a parte dos despojos. Isso foi possível porque a liderança de Davi sobre seus homens visava a fazer cumprir a justiça que Davi entendia como sendo de Deus sobre os que o cercavam.

O mesmo autor prossegue falando a respeito do princípio de justiça, ainda tocando na vida de Davi e sua busca por estabelecer justiça em sua liderança, que o

“insensato Nabal quase perdera sua cabeça por não reconhecer que a liderança de Davi baseava-se em um senso vital de justiça (lSm 25), em vez de subornos, favoritismos e ‘panelinhas’. O general Joabe, que servira Davi tão habilmente nas batalhas, mas que pecava na falta deste princípio crucial de orientar sua vida pela justiça, finalmente perdeu sua vida como uma consequência da falta de justiça.” 2

“Davi deu valor à justiça. Considere a maneira que ele desafiou a prática de distribuição dos despojos da batalha entre os homens. Ele se assegurou de que os homens fracos recebessem um montante igual e justo.”1

Ora, tudo isso nos mostra que há em Deus uma preocupação constante com a justiça. Uma vez que Deus estabelece líderes em meio às pessoas de suas gerações, o próprio Deus espera que tais líderes sejam movidos pela justiça e que implantem e lutem por estabelecer a justiça de Deus entre os homens. O líder que Deus levanta não se destina apenas a pregar o Evangelho, embora essa seja sua principal vocação. De fato, ao pregar o reino de Deus, cabe ao líder que Deus levanta pregar todas as circunstâncias do Evangelho, o que inclui o bem, a paz, a justiça, etc.: a presença do caráter do próprio Deus como fator de pregação e de construção da própria essência da sociedade que nos cerca.

Assim trabalharam Daniel e seus amigos. Homens de Deus postos por circunstâncias adversas no meio de uma sociedade estranha, e que souberam se posicionar e liderar inúmeras pessoas que as cercaram ao longo de seu ministério na Babilônia. O resultado foi positivo, o nome de Deus foi glorificado, e os efeitos da liderança desses homens são sabidos e seguidos até hoje, cerca de 2,5 mil anos após o ocorrido.

Mark Shaw, em seu Lições de Mestre, ao mencionar Martinho Lutero, diz que o incômodo do reformador tinha muita conexão com a questão da justiça de Cristo, que é imputada a nós pelo próprio Senhor. Diz ele:

De acordo com essa postura, a santidade é a base para a formação de cristão – um futuro líder. Voltando a Daniel, o que temos ao longo da leitura do livro bíblico é a exposição da vida de servos devotados do Senhor, cuja preocupação maior era uma vida santa, buscando ao Senhor e querendo executar sua vontade. Isso os tornou líderes realmente usados por Deus numa sociedade multicultural: essa deve ser a realidade buscada por líderes cristãos em nossos dias.

Finalmente, falando a respeito de William Wilberforce e citando parte de seus escritos, Shaw levanta a questão de que o verdadeiro cristianismo leva os cristãos a lutar por melhores condições, particularmente a justiça. A liderança cristã persegue os ideais de Deus, o que faz com que queira promover esses princípios no entorno de sua liderança, conectando a falta disso a um desfalecimento da missão cristã. Diz o autor:

Conforme Wilberforce ensinou em A Practical View, o cristianismo vital impele os cristãos a lutar pela justiça. A separação entre ação social e paixão espiritual fará com que esse cristianismo se apague e feneça, como ocorre quando separamos uma brasa acesa do fogo.9

Entendemos que a liderança inequívoca de Lutero em termos de Reforma, e posterior a ela, também deve nos falar de forma profunda a respeito da questão de justiça, particularmente a justiça de Deus que vem sobre a raça humana. Como líderes levantados por Deus numa sociedade multicultural, nosso papel será apregoar livre e poderosamente que o mundo jaz no maligno,4 que toda maldade (injustiça) é decorrente do afastamento de Deus,5 mas que Deus é totalmente justo,6 e que levanta seus líderes para trazer justiça ao homem.7

Já o expoente do avivamento britânico, John Wesley, cria na perfeição humana, o que é altamente questionável do ponto de vista de uma formulação doutrinária reformada. No entanto, é inegável sua contribuição para a formação de cristãos piedosos, dada a sua ênfase na questão da espiritualidade equilibrada. A santidade, nesse contexto, é o que forma uma identidade de líderes cristãos comprometidos com a aplicação da justiça de Deus em seu entorno.
Segundo lemos em Shaw, não podemos ignorar

que a busca pela santidade é um objetivo proposto pela Bíblia. Os efeitos positivos dessa busca eram numerosos: ação social cristã, renovação da família, redução nas taxas de crimes e imoralidade e assim por diante. A ênfase na santidade pessoal e social evitou que o movimento de grupos pequenos de Wesley se tornasse restritivo e acomodado. Quando a santidade e a justiça são os alvos do discipulado, um cristão decidido pode ser formado, alguém que realmente poderá transformar tanto a Igreja quanto a sociedade.8

Para um monge esgotado espiritualmente, que vivia em uma época contaminada pela ansiedade mal resolvida, a verdade da justificação pela fé parecia ser uma cura milagrosa. Lutero escreveu que, quando entendeu que a justiça de Cristo é imputada (transferida) sobre nós, os ‘portões do paraíso’ pareciam se abrir diante de seus olhos. 3

Haja o que houver no nosso entorno, precisamos fazer de nossa jornada de líderes, no contexto da multiculturalidade em que estamos inseridos, o mesmo que Daniel. Jamais podemos nos desviar do conhecimento de que Deus é o nosso juiz e que dele só advêm julgamentos totalmente justos.

Diante do Senhor devemos depositar nossas causas, e, pelo tema deste trabalho, as causas que afligem a liderança que Deus nos confiou, sendo Deus o justo juiz, único que julga de forma totalmente justa as nossas causas. Diz a palavra do Senhor em Jeremias 11:20: “Mas, ó SENHOR dos Exércitos, justo Juiz, que provas o mais íntimo do coração, (…) a ti revelei a minha causa.”

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
A Bíblia Sagrada. 2. ed. Tradução ao português: João Ferreira de Almeira. Revista e Atualizada no Brasil. Barueri: SBB, 1993.
LAWRENCE, Bill. Autoridade pastoral: servindo a Deus, liderando o rebanho. São Paulo: Vida , 2002.
SHAW, Mark. Lições de mestre: 10 insights para a edificação da igreja local. Tradução: Jarbas ARAGÃO. São Paulo: Mundo Cristão, 1997.
SHEDD, Russel P. O líder que Deus usa. 1ª. Tradução: Edmilson A. BIZERRA. São Paulo: Vida Nova, 2000.
STOTT, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução: Silêda Silva Steuernagel. São Paulo: ABU, 2003.
STOTT, John R. W. Los Desafíos del Liderazgo Cristiano. 3ª. Tradução: n.d. Buenos Aires: Certeza, 2002.

1SHEDD, Russel P. O líder que Deus usa. Tradução: Edmilson A. BIZERRA. São Paulo: Vida Nova, 2000.
2 Idem
3
SHAW, Mark. Lições de mestre: 10 insights para a edificação da igreja local. Tradução: Jarbas ARAGÃO. São Paulo: Mundo Cristão, 1997. P. 23.
4 “Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno”. (1João 5.19)
5 “Cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia”. (Romanos 1.29-31)
6 “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto”. (Deuteronômio 36.4)
7 “Todo o Israel ouviu a sentença que o rei havia proferido; e todos tiveram profundo respeito ao rei, porque viram que havia nele a sabedoria de Deus, para fazer justiça”. (1Reis 3.28)
8  SHAW, Mark. Lições de mestre: 10 insights para a edificação da igreja local. Tradução: Jarbas ARAGÃO. São Paulo: Mundo Cristão, 1997. P. 170.
9 Ibidem. P. 222.

Joel Theodoro da Fonseca Jr.

É graduado em Teologia, Letras e Filosofia, e Mestre em Ciência da Literatura (Semiologia). Atualmente cursa Doutorado em Ministério pelo Reformed Theological Seminary em parceria com o Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper. Concluiu o curso de Liderança Avançada do Haggai Institute, em Cingapura. É membro do Conselho Administrativo e docente no Seminário Martin Bucer-Brasil. É pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil em Ramos, Rio de Janeiro, e é casado com Roberta Leonardo da Fonseca, com quem tem dois filhos, Gabriel e Rafaela.

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