Deus é brasileiro, porém não vota

Ano novo, histórias velhas. Novamente começamos o ano com mais uma série de tragédias espalhadas pelo país devido a chuvas e enchentes. Gente morrendo devido a soterramento e morros levados pelas águas vindas do alto, tanto das chuvas acumuladas nos morros, como das cheias dos rios.

É uma tragédia anunciada, pois a intransigência é tanto do povo como do governo, pois se por um lado a população faz suas construções em locais proibidos, também tem o governo que faz vistas grossas para a contravenção. São construções em áreas de mananciais, em encostas de morros, tudo aos olhos do poder público.

Por outro lado vemos, ano após ano, promessas e mais promessas do poder  público, que insiste em não ter uma política de moradia para sanear o déficit habitacional em todo o país. Ninguém mora em favela ou em morro por que quer, é uma realidade da miséria vivida por muitos seres humanos neste país.

É uma realidade vivida há muito tempo. Já faz parte do cenário nacional os políticos, a igreja, as mídias, os ricos e os pobres, todos acostumados a ver as favelas, lá no alto dos morros.

Ano novo com noticias velhas. Janeiro passado foi a mesma coisa, mas nada foi feito. Onde está o comprometimento dos políticos com as verdadeiras necessidades da população? Será que o montante de filmes catastróficos sobre os desequilíbrios ecológicos, em todo o mundo, não sensibilizaram a ninguém? Enquanto terremotos acontecem no Haiti, na Índia, Japão, China, ficamos a ver a dor de muitos, sem pensar que um dia poderia acontecer conosco.

Lamentavelmente, a desorganização do poder público, a falta de políticas de habitação, e o não cumprimento das leis ambientais são os verdadeiros motivos dessa avalanche de mortes no país. 

Ano novo, histórias velhas. Novamente começamos o ano com mais uma série de tragédias espalhadas pelo país devido a chuvas e enchentes. Gente morrendo devido a soterramento e morros levados pelas águas vindas do alto, tanto das chuvas acumuladas nos morros, como das cheias dos rios.

É uma tragédia anunciada, pois a intransigência é tanto do povo como do governo, pois se por um lado a população faz suas construções em locais proibidos, também tem o governo que faz vistas grossas para a contravenção. São construções em áreas de mananciais, em encostas de morros, tudo aos olhos do poder público.

Por outro lado vemos, ano após ano, promessas e mais promessas do poder  público, que insiste em não ter uma política de moradia para sanear o déficit habitacional em todo o país. Ninguém mora em favela ou em morro por que quer, é uma realidade da miséria vivida por muitos seres humanos neste país.

É uma realidade vivida há muito tempo. Já faz parte do cenário nacional os políticos, a igreja, as mídias, os ricos e os pobres, todos acostumados a ver as favelas, lá no alto dos morros.

Ano novo com noticias velhas. Janeiro passado foi a mesma coisa, mas nada foi feito. Onde está o comprometimento dos políticos com as verdadeiras necessidades da população? Será que o montante de filmes catastróficos sobre os desequilíbrios ecológicos, em todo o mundo, não sensibilizaram a ninguém? Enquanto terremotos acontecem no Haiti, na Índia, Japão, China, ficamos a ver a dor de muitos, sem pensar que um dia poderia acontecer conosco.

Lamentavelmente, a desorganização do poder público, a falta de políticas de habitação, e o não cumprimento das leis ambientais são os verdadeiros motivos dessa avalanche de mortes no país.

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