“Moneycentrismo” e “desejo mimético”: o ser humano entre o “ter” e o “ser”

dinheiro1- Introdução

A idéia de escrever este trabalho nasceu em um passeio em um grande shopping center de São Paulo. Ao passar pelos corredores, contemplei os produtos à venda nas vitrines. Grande foi o meu susto ao me deparar com a realidade, quando me deparei com uma camisa que, para mim, tinha uma aparência simples, porém, devido à marca que ele ostentava, custava nove mil e novecentos reais.

Perplexo, voltei várias vezes para ver se o que via era real. Minha surpresa foi que o valor estava certo, mas mais perplexo fiquei ao ver que havia outros produtos com valor até superior.

Saí do shopping arrasado, mas também bastante pensativo. Que mundo é este em que vivemos? O valor de uma camisa, de um sapato, poderia transformar a vida de muitas pessoas. Quantos são os que padecem por fome, por doenças, por falta de moradia, e com tão “pouco” teriam uma vida melhor! Quantos são os problemas sociais do nosso país e do mundo, resultantes da má distribuição de renda!

Por que o ser humano não consegue raciocinar de uma forma global? Por que não enxergamos o nosso semelhante? Por que nem os cristãos conseguem ver o seu próximo? Será que todos somos realmente iguais? Onde está a verdadeira imagem de Deus: no mundo, nas coisas, nas pessoas, no dinheiro?

O objetivo deste trabalho é trazer luz a tanto desencantamento, com a pesquisa da verdadeira imagem de Deus para o ser humano. Num mundo cercado de desigualdade, que possamos, através desta pesquisa, descobrir fontes para o verdadeiro sentido de sermos feitos à imagem e semelhança de Deus.

 

2. Todos são iguais perante a lei?

A Constituição Brasileira, em seu artigo 5º., diz: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (…)”[1].

Dentro do contexto social, isso parece uma grande mentira. Ao longo da história humana, vemos a busca pela sobrevivência como o centro de tudo. Com o surgimento da vida em sociedade, o ser humano necessitou se organizar em tribos e depois em cidades. A Bíblia nos descreve essa evolução através da história da relação entre Deus e o povo escolhido.

Ednaldo Michellon, em seu livro “O Dinheiro e a Natureza Humana”, descreve: “(…) a espécie humana, a mais notável dentre os seres viventes, por sua capacidade inventiva e seu poder de engendrar novos processos de desenvolvimento a partir do mundo criado, recriando-o ‘à sua imagem e semelhança’, ou melhor, sendo moldada ‘à imagem e semelhança’ daquele que a domina, ainda não conseguiu garantir a igualdade na distribuição das oportunidades para todo o conjunto humano.”

Podemos pensar: já que a história sempre foi marcada pela desigualdade, de onde surge a idéia de igualdade? Algumas pessoas sonharam com a igualdade:

·         Marx – sonhou com a igualdade social dentro de certo princípio político: o comunismo;

·         Hugger – não concebia igualdade fora do capitalismo;

·         Yuma – afirmou que o sistema pós-congregacional é o maior defensor da liberdade e igualdade;

·         Calvino – acreditou na mesa da partilha como símbolo da igualdade e da fraternidade. [2]

Como vemos, a questão da igualdade, tanto social como econômica, constitui um grande problema, tanto para as ciências sociais, filosóficas, teológicas e história. Algo deve ser concluído; dentro do contexto sócio-econômico não somos iguais, e para muitos contextos, muitos nem seres humanos são. São estatísticas, números, porcentagens, objetos, coisas, lixo, menos seres humanos. Isto é descrito pelas estatísticas nas grandes metrópoles, divulgadas pelos meios de comunicação através da violência, do aumento de favelas, e pela degradação humana, crescente a cada dia. Homens e mulheres se atiram nas sarjetas da vida, comem e bebem do lixo deixado para trás pela sociedade.

Quem domina dita as regras, dita as formas de viver, de pensar e de agir. Quem domina cria o sistema do poder, e toma para si os desejos alheios, e os impulsiona dentro de seus propósitos. Com isso, é impossível haver igualdade, a não ser que alguns grupos se submetam aos propósitos de alguns. Assim, a degradação é tão intensa que já podemos subdividir os miseráveis.

Existe o pobre, cidadão que possue um trabalho, um lar, vive com dificuldades em tudo. A saúde, os meios de transporte, a educação, tudo é precário, porém, com muita perseverança, vence obstáculos e sobrevive com os crediários e com as dívidas decorrentes das dificuldades. Sobrevive em meio à violência, tráfico, discriminação, violência sexual, mas mesmo assim alguns conseguem até chegar à classe média. É explorado pelos ricos, é alvo do marketing político e da exploração direta do sistema financeiro. É uma camada da sociedade que, em meio às dificuldades, ainda encontra forças para reagir em meio ao caos social.

Os esquecidos são oriundos dos pobres, sendo as vítimas da degradação e da pobreza. São representados pelos presidiários, alcoólatras, drogados, prostitutas, travestis, menores infratores, meninos e meninas de rua, idosos. Muitos sobrevivem no meio marginalizado. São deixados de lado porque significam o problema social. Os políticos fogem, porque é uma camada sem solução. Vítimas da pobreza e do abandono, são esmagados pelo sistema econômico e capitalista. São o ônus do Estado, são figuras expostas nos índices para justificar os gastos do Estado com os ricos. Para os esquecidos, a educação, a saúde, a alimentação, os direitos humanos são favores do Estado, e não direitos adquiridos. Eles gritam, porém não são escutados, porque são marginalizados por uma sociedade que, através de sua ética e moral, despreza aqueles que não se enquadram ao sistema.

Os invisíveis são as maiores vítimas do capitalismo, pois não são contados ou relacionados pelos sistema. Estão morrendo constantemente nas grandes metrópoles, nos cantos do país, em meio à fome, às doenças, às drogas, à violência. São os indigentes, não têm nome, família, sexo, lar, dignidade. Amor, direitos, são palavras que não existem para eles. Quando muito, recebem os restos. Constantemente, os encontramos atirados nas calçadas, embaixo de viadutos, andando como seres errantes no mundo. Estão no sertão e nas cidades, sendo tragados pela fome e pela seca, longe da modernidade, sem luz elétrica, água, longe da vida. Muitos desses nós até já “pulamos” nas calçadas da vida. Os invisíveis, muitas vezes, estão ocultos dentro de uma sociedade que é envolvida com o materialismo imposto pelo capitalismo. A sociedade não quer ver os invisíveis.

 

3. A imagem e semelhança de Deus

“Então disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” – Gn 1:26 NVI

De acordo com a Tese 26 das teses fundamentais sobre a doutrina da criação e antropologia teológica: “a imagem de Deus está distorcida na sociedade atual, especialmente pela idéia de que para ser alguém precisamos ‘ter coisas’; o que retoma a conhecida tensão entre ‘ter e ser’. A vida em comunhão é a essência do humano. ‘Ter o filho’ é, sobretudo, abrir-se para o outro, em despojamento e amor, como Jesus fez. Assim, ser criado à imagem e semelhança de Deus seria reconhecer que a possibilidade que temos de ser humano é entrar na lógica do amor (e dos relacionamentos), como o próprio Deus fez/faz”.

Dentro da tese, podemos ver que o propósito de Deus na criação do ser humano é a de formar um ser que, juntamente com o cosmo, demonstre Sua face. Não há outro interesse a não ser o de formar um mundo onde não haja diferenças, mas sim interação manifestada pelo amor no relacionamento entre o ser humano, o universo e o Criador. A verdadeira semelhança de Deus é manifestada no reconhecimento do outro. Segundo o Prof. Dr. Jung Mo Sung, em seu livro “Desejo, Mercado e Religião”: “vivemos um tempo difícil. Os problemas sociais aumentam, e a insensibilidade das pessoas também”.[3]

Nossas comunidades não espelham a imagem de Deus, pois nos esquecemos que a essência do Criador está na vida em comunhão com o outro. Essa comunhão é manifesta em ações imediatas de solidariedade, e principalmente em defesa da vida. Nos assemelhamos a Cristo e ao Criador quando Sua essência se manifesta em nossas ações e nas ações de nossas comunidades. O grande desafio da comunidade cristã é a defesa da vida, tanto humana como animal, mineral e vegetal. Enfim, nossa ação deve ser de amor ao mundo criado por Deus. Não podemos nos esquecer do outro. Este foi o mandamento deixado por Jesus: “amar ao próximo como a nós mesmos”[4].

O ser humano e o meio ambiente se interagem um em prol do outro. As semelhanças são manifestas no Criador. Quando ouvimos as manchetes sobre o aquecimento global, vemos a realidade da perda da consciência humana em manter o relacionamento com a sua semelhança. Destruímos o planeta em busca de riquezas, satisfações de desejos humanos manifestados em prol de poucos.

Esta é a grande marca da história mundial: a busca pelo poder e conquista de terras. O mundo criado para todos se tornou conquista de alguns, e com isso a busca constante do bem material destruiu a essência da criação, transformando o propósito de Deus para o mundo em sua própria destruição. A graça de Deus, instituída ao homem através do amor e da justiça, foi trocada pelos tesouros desta terra. Assim, nossa planeta se destituiu dos propósitos de Deus.

Onde não há o amor, prolifera o ódio, a destruição, a violência e a morte. A negligência para com o próximo acarreta problemas para nós e, consequentemente, para todos.

Podemos citar o exemplo de nossa colonização. Os portugueses aqui chegaram com intuitos puramente materiais, sem se preocupar com os seres viventes desta terra. Lançaram-se em busca das riquezas naturais, desbravando a terra e ceifando vidas em troca de ouro, prata, pedras preciosas, madeira. Aos olhos dos portugueses não havia problemas, porém hoje percebemos que muitos dos nossos problemas sociais são reflexos da desvalorização humana e terrena em nosso país. Para o português, matar o índio ou o negro era um meio necessário para a conquista da terra. Sem se perceber, a colonização de nosso país desfigurou a criação.

  

4. Qual a verdadeira imagem de Deus?

Partindo da tese em questão, a verdadeira imagem de Deus é o reconhecimento do amor de Deus por toda a criação, e principalmente ao ser humano. Essa semelhança deve ser compartilhada com o próximo, na convivência diária, pois na solidariedade, no “partir do pão”, experimentamos a presença de Jesus ressuscitado, que caminha com a humanidade.[5]

A verdadeira imagem de Deus está no relacionamento com o outro, quando compartilhamos nossas dores, e isso é também para com os pobres, os esquecidos e os invisíveis. Hoje temos pessoas que dormem, em noites frias, nas escadarias de igrejas, e muitos cristãos, após sua presença rotineira em sua comunidade, saem calmamente, sem notar os que perecem às portas do templo. O pensamento de muitos é: não é possível que alguém tão imundo, tão mal-cheiroso, tão mau, tenha a minha semalhança. Esse tipo de pensamento cria os “monstros” aparentes da sociedade, e isso nos distancia dos propósitos de Deus.

O texto nos diz que ter o Filho é abrir-se para o outro, e isso acontece a partir do momento em que enxergamos nossa semelhança no outro. Deus, ao nos dar a primazia da criação, nos coloca diante de toda a criação como espelho de Seu amor. Isso foi manifestado na cruz, onde Cristo se faz humano como nós, para demonstrar que o amor de Deus é manifesto na carne.

 

5. Teocentrismo, Antropocentrismo e Moneycentrismo

Para falar de uma degradação social contínua, é preciso avaliar as evoluções do planeta. O ser humano em sociedade avança, tendo para isso a quebra de paradigmas ao longo de sua história. A Bíblia, como fonte histórica, nos descreve essas transformações sociais.

Segundo a Tese 17, Deus é o autor da criação e atua continuamente nela. O ser humano, como ser criado, também se transforma e participa dessa evolução. O ser humano não é consequência de uma evolução sem propósito, mas foi criado à imagem e semelhança de Deus, com a vocação de ser co-participante de sua obra criada, e com a responsabilidade de zelar pela mesma. Entre criação e evolução não há contradição.

Assim, concluimos que as transformações ao longo da história revelam a influência do homem, em seu papel de co-participante da criação. O teocentrismo e o antropocentrismo revelam essas transformações. Porém, é importante refletirmos que, durante a trajetória do povo de Deus, todos viviam em prol de sua vida espiritual. Todas as ações lembravam o templo, ou seja, se vivia, se plantava, se colhia com o propósito de ir ao templo levar as primícias em louvor ao Criador.

Com a modernidade, vemos nascer um novo conceito, o moneycentrismo. No moneycentrismo acontece o contrário, se vai ao templo para viver, pois é no templo que se encontram as condições para a vida diária. É no templo que está a prosperidade, a saúde, a educação para os filhos e principalmente, é no templo que se encontra a vida abundante. Nesse período moderno nasce a consciência de que para viver é preciso ter “dinheiro”. Assim, se tem a conclusão de que o importante é ter, e não ser. Valores pessoais não importam mais. Não importa de onde vem o seu dinheiro, o importante é ter o dinheiro. Com isso, o moneycentrismo cria um novo sistema, que é o sistema da posse. Nesse sistema, a vida humana só tem valor quando é empregada em prol de novas conquistas. O moneycentrismo pode ser entendido como o espírito do capitalismo. Não importa que o grande empresário acumule fortunas às custas do trabalho infantil ou do trabalho escravo de alguns. O que dizer dos grandes pecuaristas, que proliferam suas manadas, a cada dia mais crescentes, em meio à pobreza de alguns? O importante é morar nos palácios, desfilar em carros de luxo, ser chamado de “doutor” ou “senhor”, e desfrutar dos prazeres desta terra.

Fome, miséria, doenças, analfabetismo? Não são problemas para os adeptos do moneycentrismo. A busca pelas posses traz consigo a dureza de coração e o astigmatismo ocular, impedindo que as verdades sejam vistas. Dentro do moneycentrismo, ética e moral são meros atributos em festas sociais. O importante “não é o que está certo, mas o que dá certo”[6].

 

6. O desejo mimético

Pretendo neste tópico apresentar uma reflexão da obra de René Girard, expressa no livro de Jung Mo Sung “Desejo, Mercado e Religião”, no intuito de pensar a respeito desse fenômeno tão importante também dentro dessa destruição gradual da imagem e semelhança de Deus, no contexto social.

Os efeitos do mimetismo são sentidos a cada dia. Muitos, sem saber essa definição, são vítimas dos desejos miméticos. O mimetismo é manifestado inicialmente dentro dos conceitos de necessidade humana. É preciso ter a consciência de que o ser humano busca constantemente manter sua sobrevivência, e para isso deseja coisas. Isso está presente no homem desde a criação.

É preciso nos lembrar de que a grande arma utilizada por Lúcifer, no Éden, foi a propagação de seus desejos, pois quem desejava ser igual a Deus era ele próprio. Com seu marketing, conseguiu influenciar uma terça parte dos anjos e também cem por cento dos humanos do Éden. Para isso, simplesmente lhes despertou o desejo de terem para si o que pertencia ao Outro.

Isso é o mimetismo, a busca constante do ter é desencadeada pelo desejo. Segundo o Prof. Jung Mo Sung, “é preciso diferenciar os conceitos de necessidade e de desejo”.

No dia-a-dia, não é possível estar atento a conceitos filosóficos, ou até mesmo teológicos das necesidades humanas, mas é possível perceber que esses conceitos estão presentes nas relações entre os seres humanos e o seu próximo. Segundo René Girard, em seu livro “A violência e o sagrado”[7], o desejo mimético tem seu reflexo na violência cotidiana, pois o ser humano, quando não encontra satisfação para suas necessidades diárias de sobrevivência, é levado, pelos desejos, a buscar, por meio da violência, a satisfação dos seus desejos. Com isso, desaparece a noção de limites para a ação humana.

O mimetismo faz com que políticos se esqueçam de que o dinheiro utilizado na compra de iates, mansões, carros de luxo, viagens, era destinado a saciar as necessidades humanas de muitos.

 

7. Conclusão.

Concluir esse trabalho não parece tarefa fácil, pois os assuntos aqui tratados são complexos. Não seria eu tolo de concluir minhas idéias como verdades absolutas. Tento, como muitos outros, sonhar com um mundo melhor.

Li muitos livros para a execução deste trabalho, entre eles “Ética e Cidadania” de Herbert de Souza, o notório “Betinho”, e também “A Ética e o Espelho da Cultura”, de Jurandir Freire Costa, e também outras fontes e idéias, principalmente do Prof. Dr. Claudio de Oliveira Ribeiro, com a intenção de adquirir um senso crítico, mas também noções mais profundas, que me propiciassem concluir alguns pontos apresentados durante o trabalho. Muito me ajudou também o pensamento profundo sócio-econômico do Prof. Dr. Jung Mo Sung.

Com isso, concluo que a busca contínua da sobrevivência, atribuída aos seres deste planeta, não pode perder o equilíbrio da existência do outro. Se em desequilíbrio, provoca a extinção que estamos vendo em nossos dias.

Muito é falado da extinção de algumas espécies animais, porém eu destaco que o desequilíbrio desta relação com o outro tem trazido a extinção de algumas espécies de seres humanos. Exemplos como Mozart, Einstein, Gandhi, Martin Luther King, John Wesley, e tantos outros que fazem falta ao contexto do planeta talvez hoje não teriam voz, pois a essência da modernidade é o moneyteísmo. Com isso, o ter se tornou a essência.

O triste é ver essas “influências” adentrando no contexto pastoral e teológico, pois a teologia tem seu papel de contrapor todos os avanços que levem à destruição da vida. Não há teologia se não houver a vida. A teologia, em sua essência, tem a revelação da vontade de Deus através da Sua Palavra, e conduz o homem ao entendimento e à fé bíblica de que o ser humano tem a semelhança de Deus.

 

8. Bibliografia.

  1. Cahali, Yussef  Said. Código Civil, Código de Processo Civil, Constituição Federal. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 1999.
  2. Michellon, Ednaldo. O Dinheiro e a Natureza Humana. Rio de Janeiro: MK Editora, 2006.
  3. Sung, Jung Mo. Desejo, Mercado e Religião. Petrópolis: Vozes, 1997.
  4. Site do Rev. Caio Fabio D’Araujo (http://www.caiofabio.com.br).
  5. Girard, René. A violência e o sagrado. São Paulo: Paz e Terra – UNESP, 1990.
  6. Bíblia Nova Versão Internacional. São Paulo: Ed. Vida, 2000.
  7. Costa, Jurandir Freire. A Ética e o Espelho da Cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
  8. Souza, Herbert de e Rodrigues, Carla. Ética e Cidadania. São Paulo: Ed. Moderna, 2001.


[1] Cahali, Yussef  Said. Código Civil, Código de Processo Civil, Constituição Federal. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 1999.

[2] Michellon, Ednaldo. O Dinheiro e a Natureza Humana. Rio de Janeiro: MK Editora, 2006.

[3] Sung, Jung Mo. Desejo, Mercado e Religião. Petrópolis: Vozes, 1997.

[4] Mt 22:39.

[5] Sung, Mo Jung. Desejo, Mercado e Religião. Petrópolis: Vozes, 1997.

[6] Caio Fabio D’Araujo (http://www.caiofabio.com.br).

[7] Girard, René. A violência e o sagrado. São Paulo: Paz e Terra – UNESP, 1990.

(UMESP – FaTeo – Junho de 2007)
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